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quinta-feira, 21 de julho de 2011

RADIONOR Programa especial de 1 ano nesta sexta

Nesta SEXTA as 10 da noite, tem "RADIONOR tum tum tum" especial de 1 ano com uma mesa redonda especial. Sergio Vasconcellos e seus convidados Carlos Mayrink ("Presidente" da Radio Vitrola.net), Beni Borja, Christina, Fransisco Borja e o astrólogo Bola falam sobre esse primeiro aniversário, contam histórias curiosas e muito mais.

Nesta sexta, 10 da noite, logo depois da estréia de "Sopa com o Presidente".

quarta-feira, 20 de julho de 2011

RADIONOR 1 ANO - Making of

Aqui uma prévia dos bastidores da gravação do "RADIONOR especial de 1 ano" com Sergio Vasconcellos conduzindo uma mesa redonda com convidados. Imperdível.

Tudo no ar SEXTA as 10 da noite, logo depois da ESTRÉIA de "Sopa com o Presidente" com Carlos Mayrink.



http://www.youtube.com/watch?v=Grhvbjub53I





terça-feira, 19 de julho de 2011

Nesta SEXTA, 10 da noite, especial "RADIONOR 1 ANO"

Nesta sexta, é dia de festa na Radio Vitrola.net: especial "RADIONOR 1 ANO" . Para essa data especial, Sergio Vasconcellos conduziu uma divertida e inteligente mesa redonda com a presença de Carlos Mayrink, Cristina, Beni Borja e o astrólogo Bola.

São horas de papos divertidíssimos que vão ao ar na próxima SEXTA, as 10 da noite. E durante o programa, a sala de bate papo estará aberta, apareça.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

É TÃO DIFÍCIL, HOJE EM DIA, ENCONTRAR UMA PESSOA ARTICULADA, CULTA, COM CÉREBRO E RACIOCÍNIO EM ORDEM, QUE VOCÊ NÃO DEVERIA PERDER O RADIONOR 40, POR NADA NESTES MUNDOS.

Por cerca de 2 horas, na noite de terça-feira e, por, pelo menos, uma dezena delas, nas madrugadas de quarta para quinta e quinta para sexta, eu confesso que me senti como quando nos meus 17 anos, sentado num banco da faculdade, embevecido com as aulas de Filosofia, Teoria Geral do Estado ou Direito Romano. Não exatamente, pelo aspecto jurídico dos conteúdos, mas pelo brilhantismo dos professores.

Que me desculpem os universitários de hoje, mas eu tive o privilégio de ter como mestres, Paulo Condorcée da Silva, Alyrio Cavallieri, Manoel Benedito Lima, para citar três dos mais geniais. E, deste tipo de privilégio não mão. Por outro lado, não sou um cara "fominha". Assim como o Thiago Neves, eu dou o gol de presente para os meus companheiros poderem também correr para o abraço.

Antonio Carlos "Bola" Harres, o convidado do Radionor 40, é uma prova da minha generosidade. Compartilhar o papo que tivemos com os ouvintes do Radionor e da Radiovitrola é meio como achar uma arca abarrotada de moedas de ouro, abri-la e dividi-la com todo mundo. Conhecidos e desconhecidos, sem distinção de cor, raça, ideologia, preferência sexual ou religião.

Bola é um sobrevivente do surto de mediocridade cultural reinante, não sei se só no Brasil, mas especialmente por aqui. Fazia tempo, muito tempo, já, que - fora do contexto do meu grupo de amigos do Falagalera - não conseguia bater um papo tão interessante e enriquecedor, sobre temas tão atemporais e variados sobre nós, nossos equívocos estruturais, sobre a nossa civilização e, principalmente, sobre a nossa pretensão.

Pedindo - quase que suplicando - que o viés filosófico de cada um seja deixado de lado por 3 horinhas apenas e que o respeito à diversidade religiosa/sincrética/espiritual não interfira na compreensão do conteúdo, ofereço a todos voês o privilégio de ouvir um papo, quase palestra, com um dos caras mais articulados e interessantes que conheço.

Hoje, sexta-feira, das 22h às 1h, com direito a um cardápio especialíssimo com Shostakovsky, Allen Toussant, Fela Kuti, Guitars Of Agadez, Robert Johnson, Letieres Leite & Orkestra Rumpillez Ali Farka Touré e muito mais.

Até lá.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Radionor tum tum tum 50 vezes - Beni conta seu lado da história do Programa


Depoimento enviado por nosso querido Produtor Beni Borja, o homem das carrapetas nas primeiras e heróicas edições do Radionor!

Celso Fonseca, Selma Boiron, Sergio Vasconcellos,
 Mayrink e Beni durante a gravação do "RADIONOR' com
Celso Fonseca.
"Engraçado, eu tenho a impressão faz muiiito tempo desde essas peripécias do começo heróico do Radionor . Talvez porque a minha vida tenha mudado muito nesse tempo, talvez porque eu sinta uma saudade danada de fazer o Radionor. O certo é que prá mim  aqueles pastéis do Bar do Adão que nos devoramos no pós-gravação , enquanto eu  descascava o Serginho , foram deglutidos a uma eternidade atrás.    
E nada como uma semana após a outra para revelar como o meu esporro era inútil e desinformado.Porque eu estava puto da vida, não porque o programa não tivesse ido ao ar, ou porque a gente tivesse trabalhado nele trezentas horas.

Embora eu reconheça que fome me deixa de péssimo humor , o meu ataque de pelanca se devia ao fato de que eu imaginava que seria impossível fazer o programa naquele sufoco durante muito tempo. 
E o sufoco continuou , não tão desesperante e mal-sucedido como daquela primeira vez , mas sempre foi em cima da hora,no último segundo da prorrogação que nós conseguíamos entregar ao Monsieur Le President os arquivos para ele pôr no ar.
Mas o Serginho é radialista de nascença  ,  persistiu em cumprir "deadlines" inatingíveis,  atravessou perrengues monstros, mudanças de cidade , de tecnologia, sono, fome , trabalho,  nada o impediu  de ter sempre um Radionor pronto na sexta feira .
E eu de fato, como havia previsto, desisti. Não nasci para isso, sou um mero produtor de discos."

Beni Borja, Produtor de Discos, Engenheiro de Som, Baterista, Fundador do Kid Abelha e muito mais.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Radionor Tum Tum Tum Tum ... 50 vezes.

Não será o próximo e nem o próximo depois do próximo. Ainda faltam quase 11, ou melhor,  quase 10, para a edição de nº 50 do Radionor. E daí? E daí? Vou explicar: passa rápido. Rápido demais.

Eu lembro da ansiedade, do clima e da expectativa que cercaram o Radionor nº1. Para o Presidente, sempre equilibrado, era muito arriscado colocar um programa no ar sem testá-lo antes, em off e sem ninguém saber; já, do Beni Borja, o "Homem das Carrapetas", como sempre, ouvi: "você não ouve ninguém, age como filho único, como o dono da bola. Só faz as coisas do seu jeito e se arrisca, por ser teimoso e coloca tudo a perder".

E o mais engraçado - hoje - é que, enquanto a gente terminava de gravar a terceira hora de programa, no estúdio da Psicotronica, o nosso queridíssimo Presidente, Carlos Mayrink, estava suando frio, tentando, sem sucesso, fazer com que os Blocos 1 e 2 dessem sinal de vida, às 10 da noite. Mas não deram.

Alguns 20 ou 30 minutos depois das 10, em meio a toda aquela tensão, toca o meu celular e vem a notícia-bomba: "relaxa, não tem programa hoje".

E não teve mesmo. Os arquivos falavam em terra, mas lá, na nuvem (servidor), silêncio total. E claro que ouvi de tudo. Do Presidente, fleugmático e sempre politicamente correto, menos. Mas, do Beni, ouvi o diabo e o pãozinho que ele, o diabo, amassara.

Não sabíamos o porquê, mas o fato é que o Radionor de estréia, não estreou. E, claro, eu, que já não havia dormido na noite anterior, fiquei mais uma e depois, mais outra noites, acordado, testando tudo, para decobrir onde foi que eu errei.

Nada estava, aparentemente, errado. O programa tocava normalmente no meu PC e tocava normalmente no Mac do estúdio. Só não tocava no ar.

Radionor marrento aquele, de nº1. Rebelde, filho único, exatamente como eu fora acusado de ser. E ele tem razão. Sou.

Nestas horas, no entanto, apesar de toda a pressão, é preciso manter a cabeça fria e, se possível, no lugar. Era preciso sair do processo da miopia. Eu precisava me afastar um pouco do foco e olhar para os lados, porque, com certeza, a solução e o problema não eram absolutamente lineares. Eu já havia refeito tudo, desmontara e remontara o mesmo programa, umas 5 ou 6 vezes e estava tudo certo.

Decidi então, ainda sem dormir, entrar no site da BR Logic, o provedor e o host da Radiovitrola. E comecei a ler tudo, atentamente. Eu sei que funciono bem sob pressão. Não me é difícil manter a concentração. Assim, simplesmente pus-me a ler as regras do jogo. Passo a passo, fui checando as especificações técnicas, até chegar na encruzinlhada entre o tal do Bit-Rate e o tal do Bit-Sampling.

Acho que foi exatamente nesta mesma encruzilhada que Robert Johnson vendeu a alma ao diabo, em troca de se tornar um bluesman consagrado. Mas eu não vendi a minha. Diante da dúvida - e da ignorância em relação ao que seria Bit-Sampling e Bit-Rate - fui para o Google. E estava lá, na Wiki, a resposta.

Para resumir a história, vou dar um exemplo bem prático: CDs são gravados na taxa de 44100 samples por segundo, em barramento de 16 bits. Assim, quando você grava um CD, a equação é a seguinte: 44.100 kHz x 16 bits/sample x 2 (por ser stereo) = 1,411,200 bit/s. Já um DVD é gravado em 48 ou até 96 kHz, numa taxa que pode variar desde os mesmos 16 até os famosos 24 bit, e pode ir dos mesmos 2 canais (stereo) até 6 channels (5.1), a uma taxa de 6144 kbit/s.

Deu pra entender alguma coisa? Não né?

Pois bem, não sei como, mas eu, sem dormir a quase 3 noites, se não entendi, chutei no ângulo, aos 48 do 2º tempo. Golaço! Entendi que tínhamos feito o programa em 48 kHz e não em 44. Era isso e estava escrito lá que "todos os arquivos devem estar com a taxa de 44.100 kHz".

Resolvido o problema, o Radionor Nº1 entrou no ar, ironicamente, exatas 48 e não 44 horas depois do horário previsto. E, como queria o nosso Presidente, escondido, sem alarde, sem propaganda. Testamos o bicho e deu tudo certo.

Sinceramente, eu me pergunto até hoje: será que eu teria tido aquela gana toda para descobrir o erro, se não estivesse sob pressão e diante da mico de o programa não rolar? Eu sei a resposta: não. Me conheço bem e sei que não. Sou assim mesmo. Arrisco tudo. Sou 8 ou 80. Não refugo diante do obstáculo. Sim, sou cavalo, no horóscopo chinês.

E lá se vão, desde aquela noite de domingo, 40 programas, digo, 40 semanas, ou melhor, 120 horas de música e papo furado. No entanto, parece que tudo isso aconteceu na semana passada. Parece que o tempo não passou, que a gente ainda vai estrear. E, exatamente por isso, ou seja, porque o tempo voa na velocidade do som, eu resolvi me antecipar e pedir uma pequena ajuda a vocês, sobre o que fazer no Radionor 50,

Um programa gravado ao vivo, em algum lugar aberto, com a presença da galera? Um programa especial sobre os 50 primeiros programas? Fica na mão de vocês a decisão, tá?

Manifestem-se, por favor, através dos comentários. Se eu concordar e se o Presidente não se opuser, beleza: tá fechado.

Abraços a todos.

sábado, 23 de abril de 2011

Radionor Tum tum Tum faz sua estréia no Blog da Radiovitrola

Alô blogalera da Radiovitrola, agradecendo o convite do nosso Presidente, o Ilmo Sr. Carlos Mayrink, comunico que estarei sempre por aqui postando novidades sobre o programa, publicando os playlists, atendendo a pedidos - na medida do possível, claro - e respondendo a quaisquer perguntas que queiram me fazer e que eu saiba como responder. Então é isso. Estou de partida para a serra, vou comer um chocolate gostoso e amanhã, domingo, estarei de volta com novidades para o próximo Radionor. Até lá, fiquem com Deus e um forte abraço a todos.

Making of RADIONOR

Histórias da Radio Vitrola.net: Making of do "RADIONOR" com Celso Fonseca sendo gravado no estúdio da Psicotrônica com  Sergio Vasconcellos, Selma Boiron (OI FM) e Carlos Mayrink em agôsto de 2010.


RADIONOR Edição numero 40

O programa "RADIONOR" está chegando a sua 40a edição na Radio Vitrola. O programa é produzido e apresentado por Sergio Vasconcellos, que é um dos fundadores da Rádio Fluminense FM (a Maldita) e traz tudo que você não ouve em rádio alguma em todos os estilos.

Durante o programa - que vai ao ar as SEXTAS as 10 da noite (com reprise as Segundas também as 10 da noite) - a sala de bate papo está aberta permitindo que os ouvintes conversem diretamente com Sergio e com várias pessoas interessantes do Brasil e do mundo.

Não percam!